sexta-feira, 25 de julho de 2014

O assassinato dos três jovens israelenses foi um crime civil motivado por razões econômicas

Os jovens Eyal Yifrah, 19, Gilad Shaar, 16, e Naftali Fraenkel, também de 16 anos
mortos por um crime civil, o que bastou para justificar o genocídio
do sionismo contra a população de Gaza


Detalhes quentes sobre a morte dos 3 jovens israelenses que desencadeou o criminal ataque sionista contra os palestinos, o jornalista alemão Christian Sievers, revelou no programa “Auslands Journal”, do canal alemão ZDF, que o assassinato dos três jovens israelenses no último dia 12 de junho não foi cometido por autoria de nenhum cidadão palestino.

Segundo o jornalista alemão, foi um crime civil realizado por um cidadão de Israel por assuntos econômicos. Os garotos foram assassinados um dia depois do sequestro e depois de queimar o carro os corpos foram deixados perto da cidade de Hebrom.

Conforme a revelação apresentada por Sievers, a Agência de Investigação Interna israelense, Shim Bet, estava ciente de todos os detalhes pela chamada que fez um dos garotos durante o sequestro, mas foi obrigado por Netanyahu a esconder a informação para que o assassinato fosse usado como pretexto para iniciar um novo ataque contra Gaza.

O jornalista inclusive, acusou o governo israelense de conspiração e manipulação da população civil para a ofensiva dos crimes de guerra contra o povo palestino.

Abaixo vejam a denúncia da matéria de Sievers na ZDF, claramente uma revelação bombástica que irá expor mais ainda, o que é capaz de fazer o Estado criminoso e sionista de israHELL para justificar o seu genocídio na Faixa de Gaza

 



Fontes: http://www.elciudadano.cl/2014/07/24/109647/el-asesinato-de-los-tres-jovenes-israelies-fue-un-crimen-civil-por-motivos-economicos 

http://www.tercerainformacion.es/spip.php?article71588

terça-feira, 22 de julho de 2014

Refugiados da Ucrânia: a dor e a fúria



O triunfo do golpe de estado na Ucrânia durante o mês de fevereiro e a resistência iniciada nas regiões do leste do país contra as políticas fascistas realizadas pelo governo de Kiev, provocaram que milhares e milhares de refugiados se viram obrigados a fugir da nova República da Novarrússia, depois de posta em prática os planos de limpeza étnica do ditador Poroshenko, que pretende acabar com todo rastro da etnia russa na antiga República Soviética, em especial.

Vejam e escutam o testemunho dos refugiados, mulheres, crianças e adultos, que estão passando por uma absurda guerra civil: a da Ucrânia, apoiada pelos EUA e Europa, que ante um presidente corrupto como Yanukovich, optaram por financiar uma revolta violenta na qual as bandas nazi-fascistas formaram a vanguarda de uma estratégia criminal que custaram mais de mil vítimas.

A Casa Branca (conhecida, como a herança do inferno na terra) e toda cúpula da DESuinião Europeia preferem um “presidente” assassino que desfruta matando sua população e enfie a Ucrânia até o abismo. O governo nazi-fascista de Poroshenko dispara contra seu próprio povo; dezenas de milhares de pessoas foram obrigadas a fugir, a abandonar a sua terra, sua casa, seus familiares, suas origens para não serem vítimas das atrocidades cometidas pelo ditador golpista.

No documentário abaixo, conta muito bem a história dos refugiados da Ucrânia. Uma realidade de dor e fúria que a imprensa vendida ocidental não nos contará por um bom tempo, afinal a mesma é cúmplice de todas as covardias e crimes cometidos pelas potências imperialistas.






Fontes: http://www.diariodarussia.com.br/fatos/noticias/2014/07/22/russia-aguarda-a-chegada-de-mais-100-mil-ucranianos/

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_07_22/Servi-os-de-Migra-o-esperam-100-mil-refugiados-da-Ucr-nia-7308/

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_20/R-ssia-envia-80-toneladas-de-ajuda-humanit-ria-para-refugiados-ucranianos-8142/

domingo, 29 de junho de 2014

Cinco coisas que nunca agradecemos a União Soviética







1 - Direitos da Mulher: Enquanto algumas ilhas haviam concedido para as mulheres o direito ao voto já no século XIX, a primeira grande mudança ocorreu no começo do século XX. No ano de 1917, somente quatro países (Austrália, Finlândia, Noruega e Dinamarca) haviam adotado o sufrágio feminino. A Revolução Russa de 1917, que defendeu a igualdade de direitos para todos, difundiu o temor de que as feministas encontrassem no comunismo um sistema mais atrativo, e puderam conspirar junto com os bolcheviques para importar a ideologia nos países ocidentais. A melhor forma de cortar a raiz semelhante ameaça era conceder às mulheres o direito ao voto. A Grã Bretanha e a Alemanha legalizaram em 1918, e os EUA em 1920, outros logo tomariam o mesmo caminho. A França foi a única potência que não reconheceria esse direito até 1944.



2 - Legislação Trabalhista: Isso é bastante óbvio. Contamos com uma semana trabalhista de 5 dias, férias pagas de 2 a 4 semanas, licença maternidade, assistência de saúde, além de equipamentos de segurança para os operários, etc... Pela pressão que exerceu o comunismo sobre o capitalismo. Nunca conseguimos ver a face humana do comunismo, mas graças a URSS, foi possível ter tido a noção do lado mais humanitário frente ao capitalismo.



3 - A Segunda Guerra Mundial e a reconstrução depois da vitória: A URSS desempenhou um papel fundamental na derrota da Alemanha nazista. Stalingrado é o famoso campo de batalha que conseguiu dar trégua na guerra relâmpago (“Blitzkrieg”) e mudou o desenvolvimento da guerra. A URSS perdeu 23,4 milhões de pessoas (mais que na Alemanha e mais de 26 vezes o número de mortes que sofreram os Estados Unidos e o Reino Unido juntos). Uma vez concluída a guerra, foi desenhado o Plano Marshall devido que os países aliados do Ocidente não queriam que a Europa fosse sucumbida pelo socialismo, com a velha desculpa de que os habitantes de cada país seriam submetidos pela “doutrina da fome e da desolação”. Contudo, o Plano foi desenvolvido somente sob a condição de que os comunistas fossem excluídos dos parlamentos dos países que recebiam ajuda. Claro “exemplo de democracia”.



4 - O caminho anti-colonial: Enquanto o imperialismo alimentava a maquinaria industrial e capitalista, a URSS defendia a causa das colônias exploradas. Espalhou sua ajuda aos países que lutavam pela sua libertação e aos países que recentemente haviam conseguido sua independência. As inclinações soviéticas pela luta libertadora na Índia não são um segredo para ninguém, para um país pobre que lutava para se manter em pé, a ideologia socialista resultava naturalmente atrativa.



5 - Descobrimentos científicos: Os primeiros soviéticos lançaram o primeiro satélite, logo enviaram o primeiro cachorro, o primeiro homem e a primeira mulher ao espaço. Também desenvolveram diversos desenhos televisivos, para resumir, não havia um Tata Sky (sistema de difusão direta pelo satélite) senão fosse pela magia soviética. Além do mais, os soviéticos também tiveram o êxito de terem criado órgãos artificiais, o primeiro helicóptero, a xerografia e também o mais famoso e célebre fuzil AK-47.

Aqui estão apenas cinco coisas que devemos agradecer a URSS, mas poderíamos selecionar outras muitas coisas como a alfabetização universal, a luta contra o fanatismo religioso e nacional, a elevação do nível de vida da classe trabalhadora, o advento da arte e da cultura e vários outros exemplos.

Fonte: http://es.rbth.com/articles/2012/01/06/cinco_cosas_que_nunca_le_agradecimos_a_la_union_sovietica_15110.html

domingo, 15 de junho de 2014

Momento vergonha alheia made USA



Jen Psaki, porta-voz do DESgoverno ianque fez uma declaração ameaçando Belarus sobre a resistência anti-fascista contra o governo golpista na Ucrânia:

“Se Belarus invadir a Ucrânia, a sexta frota será transferida imediatamente para a costa de Belarus”

Só que Jen esqueceu de um mero detalhe, BELARUS NÃO TEM SAÍDA PARA O MAR!!!



Bem que poderia ficar quieta, mas vindo de gente da Casa Branca (herança do inferno na terra), onde a ignorância e a ganância pelo dinheiro falam mais alto, não se espera nada. Lembrando que a CNN comete inúmeros erros geográficos também, nesse mesmo ano inclusive “colocaram” a Ucrânia no Paquistão, por tanto não é nem novidade, o que sabemos é que são ótimos candidatos a fazer a prova do ENEM, o resultado sem dúvidas seriam pérolas lindas e históricas!

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Um bom filho a casa torna!

Pois é camaradas, depois de inúmeras tentativas dos fascistas tentarem hackear o blog e um camarada meu que ajudava bastante nas postagens, não ter conseguido mais contato com ele fora outras questões pessoais que a vida nos oferece. O bom e velho autor desse blog está de volta, assuntos daqui em diante são os que não faltarão para manter muita gente informada da verdade, como o próprio lema do blog diz e preza totalmente: “mostrar o que a imprensa oculta”.

Daqui em diante muitas coisas virão em pauta, desde a heroica e firme e forte resistência da Síria anti-imperialista, como também a ferrenha e inspirada resistência de Donbass e todo o leste da Ucrânia composto por Lugansk, Kharkiv, Donetsk e Odessa. Apesar de estar na metade do ano, o projeto 2014 do blog está apenas começando, afinal o ano só termina em dezembro mesmo e daqui até o último mês do ano, restam seis meses e nesse tempo muita coisa estar para acontecer e espero profundamente que com êxitos para os comunistas, anti-fascistas e os anti-imperialistas em geral!

E para os fascistas, deixo isso com todo o meu carisma emocional, bom eu não, só estou seguindo o que Stalin iniciou em 1945!


domingo, 8 de setembro de 2013

Ato histórico em defesa da Síria anti-imperialista reuniu centenas em São Paulo



Na última sexta-feira (06/09) no Teatro Municipal, no Centro de São Paulo, o ato em defesa da Síria anti-imperialista, reuniu várias organizações de esquerda, membros da comunidade síria e também armênios e libaneses que também estão do lado da digna e mais do que justa resistência da Síria e de seu legítimo dirigente, Bashar Al Assad, contra as provocações imperialistas.

A comunidade síria e as organizações de esquerda
marcaram presença no ato


Dia histórico que os camaradas de São Paulo, que apoiam a Síria
anti-imperialista marcaram presença!
E o recado foi dado para todos!



Camaradas armênios com a épica bandeira de Nagorno Karabakh
 também estão com a Síria anti-imperialista, lembrando que na Síria
a comunidade armênia além de ser das maiores, estão com Bashar Al Assad


Junta Armênia com a Síria e o resultado é uma histórica
e rica união entre povos que enfrentaram e derrotaram a opressão inúmeras vezes

A comunidade síria e seu total apoio com a resistência anti-imperialista
e seu legítimo dirigente Bashar Al Assad!

E a Síria não está sozinha!

E todos estaremos com a Síria, Bashar para a futura vitória anti-imperialista!

E é assim que será feito!

Toda a esquerda mobilizou e prestou total solidariedade com a Síria anti-imperialista



sexta-feira, 30 de agosto de 2013

10 motivos para apoiar Bashar Al Assad e a Síria anti-imperialista



1 - A questão não é “apoiar um ditador”, mas sim, apoiar a auto-determinação dos povos que é um direito concedido pelo Tratado de Westphalia, assinado em 1648, um princípio básico da Diplomacia e do Direito Internacional.

2 - A ONU vetou todas as tentativas americanas e israelenses de intervenção à Síria. Intervir mesmo assim significaria desobedecer o Conselho de Segurança da ONU, como os EUA fizeram no Iraque após o 11 de setembro.

3 - Obama alega que Assad usou armas químicas contra a população. Até o presente momento, os únicos que comprovadamente usaram as armas químicas foram os rebeldes, que são apoiados, financiados e armados pelos EUA. Aliás, isso lembra das “armas de destruição em massa” pelas quais os EUA invadiram o Iraque, mas não as encontraram até hoje.

4 - O embate entre um governo secular (Assad e o partido Ba'ath) e guerrilhas teocráticas (Frente Al-Nursa, que é ligada à Al-Qaeda e outros grupos) é uma clara visão do que aconteceu no Afeganistão. Quando o país estava protegido pelas tropas soviéticas, os EUA apoiaram os Mujahideen, que mais tarde, tornariam-se os Talibãs. O líder dos Mujahideen era Osama Bin Laden, ou seja: Ele foi treinado, armado e financiado pela CIA para se livrar dos soviéticos na região. Anos depois, o que aconteceu? Nasce a Al-Qaeda, ocorre o 11 de setembro, o Afeganistão é invadido, reduzido a pó, milhões de vidas são perdidas... Para quê? Agora, Obama deseja repetir o erro com a Síria.

5  - Caso os rebeldes vençam, todos aqueles que não forem sunitas, serão exterminados. Por isso que xiitas, cristãos, drusos entre outras minorias religiosas e étnicas estão do lado de Assad, em cujo governo no qual, no Estado Laico a liberdade de culto é permitida.

6 - Os EUA só querem garantir sua hegemonia na região. Quem acha que eles “democratizarão” a Síria está redondamente enganado. O princípio dos EUA não é de espalhar a democracia, mas sim garantir seus interesses. Caso contrário, a Arábia Saudita, que é uma monarquia absolutista teocrática, já teria sido varrida do mapa.

7 - Como já foi citado: Os rebeldes mercenários não são nada mais que grupos terroristas bem pagos pelos EUA.

8 - Grande parte dos rebeldes não são nem sírios, são estrangeiros. Já o Exército Árabe Sírio e as Milícias Populares são 100% sírias. Isso prova mais ainda de que lado o povo está.

9 - A brutalidade e a selvageria dos ditos rebeldes “libertadores” é tanta que há inclusive vídeos de seus crimes, como por exemplo, onde um deles, no caso soldado da Frente Al-Nursa mata um soldado sírio e depois COME O SEU CORAÇÃO, enquanto berra “Allahu Akbar!”

10 - Não podemos chamar os ocidentais e seus exércitos de “soldados da pátria”, ou de “libertadores”, se fechamos os olhos para violações cometidas pelos próprios em outras nações. Se fizermos isso, será claramente uma atitude egoísta e provará o tamanho do egocentrismo nas pessoas, coisa que totalmente qualquer anti-imperialista condena e repudia. Somos amigos de todos aqueles que querem o direito de decidir o seu próprio destino. Somos inimigos daqueles que tentam arrancar de nações e de indivíduos este direito inalienável. Sendo assim, caso Bashar Al Assad seja indesejado, que o povo sírio e as organizações populares decida por si só, sem a interferência direta ou indireta de potências estrangeiras com interesses hegemônicos.