domingo, 29 de abril de 2012

O mundo de amanhã, episódio 2: A esquerda e a direita do século XXI

Um filósofo esloveno, antigo dissidente anticomunista convertido ao comunismo, Slavoj Žižek, e um antigo radical de esquerda que agora é um fiel partidário de direita e dos sionistas, David Horowitz, ficaram cara a cara no segundo episódio do excelente programa do Russia Today ‘O mundo de amanhã’ com Julian Assange.

O filósofo político ‘mais perigoso’ do Ocidente e crítico sociocultural Slavoj Žižek está sendo considerado como o ‘o mais radical da esquerda’ e o escritor estadunidense David Horowitz é o fundador de uma organização cuja meta é combater o “doutrinamento esquerdista” no âmbito acadêmico. Os “rivais” junto com Julian Assange debatem neste episódio qual é a solução, os problemas e as dúvidas a respeito da esquerda e da direita no século XXI.

Vejam o episódio na íntegra:



quarta-feira, 25 de abril de 2012

40 cidades da antiga URSS terão seus ônibus decorados com a imagem de Stalin lembrando o 9 de maio, Dia da Vitória contra o fascismo!



Um total de 40 cidades da antiga União Soviética entre elas Moscou, São Petersburgo (Leningrado), Volgogrado (Stalingrado), Kiev, Minsk, Tallinn e Riga decorarão seus ônibus com a imagem do ex-líder soviético Joseph Stalin em motivo da próxima celebração do 9 de maio, dia no qual os verdadeiros comunistas comemora o Dia da Vitória contra o nazismo pelo Exército Vermelho na conhecida Grande Guerra Patriótica.

A União Soviética, liderada naquele momento por Stalin, foi, ademais do país que sofreu pela libertação da Europa o maior número de baixas, com um total de ao redor de 10.600.000, sendo que 6.829.437 faleceram em combate e 3.300.000 prisioneiros de guerra falecidos em cativeiros nazistas, o país que realmente tomou a iniciativa de retirar as tropas nazistas desde a vitória de Stalingrado, momento até qual os ingleses e norte-americanos simplesmente esperaram para ver se Hitler fazia o trabalho para o qual as suas multinacionais haviam pensado: destruir o estado dos trabalhadores.

Contudo, o Exército Vermelho obrigou os ianques e os ingleses a correrem apressados já que ambos “assistiam” a guerra e esperando qual fim teria e com isso deixando para os alemães o caminho praticamente livre enquanto os soviéticos (os únicos que tomaram a iniciativa de enfrentar o exército nazista de Hitler) centravam seus esforços no frente oriental. Apesar dos esforços conjuntos do capitalismo e o fascismo, os soviéticos foram os primeiros que entraram em Berlin, batalha na qual faleceram ao redor de 360.000 soldados soviéticos, quase o dobro das baixas alemãs, sendo isso só na invasão onde no qual se decretou o conflito final: URSS vs Alemanha Nazista, Stalin vs Hitler.

O organizador da campanha do ‘Ônibus da Vitória’, Viktor Loginov, afirmou que estes ônibus começarão a  andar por essas cidades no dia 6 de maio, ainda que Viktor declarou que ainda deve reunir ao redor de 150.000 rublos (3.805 euros) para assegurar o lançamento exitoso da campanha. Até agora os trabalhadores soviéticos estão participando massivamente com as suas contribuições.



Esta iniciativa começou pela primeira vez em Leningrado (hoje São Petersburgo) em 2010 e está destinada a “enfrentar as falsificações e as diversas mentiras absurdas já criadas contra a União Soviética”. Os membros do comitê organizador afirmaram que não pertencem a nenhuma organização pública nem política, mas os russos já estão bastante cansados das mentiras organizadas e criados pelo Ocidente e o capitalismo contra Stalin e sobre a Segunda Guerra Mundial.

As primeiras, contra Stalin, curiosamente são as mesmas que inventou Goebbles durantes suas campanhas de propaganda anti-soviéticas; as segundas, as criadas por Hollywood e indústrias das mentira similares. para que os crédulos pensaram que foram os norte-americanos que derrotaram Hitler (sendo no qual já dito aqui e cansado de explicar qual foi o único país a ter começado a invadir o território nazista).

E é bem certo, que se há algo que não suporta e nem suportarão jamais os fascistas (ou os capitalistas, no qual vem a ser o mesmo), é lembrar tudo o que eles sofreram depois de 1917, quando os trabalhadores soviéticos demonstraram que o patrão e o capitalista não são essenciais para a construção de um estado que, ademais, se converteria na primeira potência mundial, econômica, social e militar, que voltaria a derrotar a tentativa de acabar com o comunismo através de Hitler e o nazismo em 1945.

Na realidade, a URSS foi quem ganhou a guerra contra os nazistas. Por isso tanto ódio do anti-comunismo mundial a esta derrota dos seus amigos nazistas, pois o Ocidente nunca quis lutar contra os nazistas, pois compartilhavam das mesmas ideias, e é ótimo que desmascarem mitos criados pelo anti-comunismo e a mídia ocidental com a sua arma de manipulação principal: Hollywood e o seu jornalismo “imparcial e profissional” de sempre.


Vejam os modelos que serão usados nos ônibus da Vitória e até em vans:








Fonte: http://en.rian.ru/world/20120419/172923241.html

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Julian Assange estreia seu excelente programa entrevistando o líder do Hezbollah



“Terrorista” para milhões de pessoas e “combatente pela liberdade” para outros. No primeiro programa do projeto televisivo ‘O mundo de amanhã’, Julian Assange conversa com o líder do grupo extremista libanês Hezbollah, Sayed Hassan Nasrallah, no qual se encontra em um lugar secreto no Líbano.

Nasrallah, que lutou muitos enfrentamentos armados contra Israel e agora está envolvido na luta internacional na Síria, concedeu ao fundador do WikiLeaks  sua primeira entrevista no Ocidente desde o conflito entre o estado hebreu e o Líbano em 2006.

Israel, “assassino” e “usurpador”


A razão original pela qual se estabeleceu o Hezbollah foi “liberar sua terra da ocupação”. “Israel é um país ilegal, estabelecido a partir de ocupar as terras de outros povos, de usurpar, de controlar pela força, de cometer matanças contra os palestinos que foram expulsos”, proclama Nasrallah, instando que por essa razão “a justiça mantém seu caráter unilateral”,

Vitória aos olhos do Hezbollah


Por outro lado, em tempos de guerra, o líder do Hezbollah afirma que o movimento não busca e nem quer matar ninguém, nem tratar a ninguém de maneira injusta. “Desejamos que a justiça seja restaurada e o único remédio é criar um Estado, um país no território da Palestina onde vivam em paz e em democracia os muçulmanos, os judeus e os cristãos.”

Israel ataca, Hezbollah responde


Israel declarou em várias ocasiões que o Hezbollah lança mísseis contra as áreas civis do Estado hebreu. Justificando o feito, Nasrallah insiste em que “sempre dissemos que se eles não nos atacam nossas cidades e o nosso povo nós tão pouco atacaríamos os seus. O Hezbollah recorreu a este método depois de muitos anos de ataques contra civis libaneses com o simples objetivo de evitar que Israel continuasse matando a civis libaneses”.

Sayed Nasrallah é o primeiro convidado de Julian Assange no marco de seu ciclo de entrevistas no seu excelente programa ‘O mundo de amanhã’, um de seus projetos mais esperados de 2012, no qual a mídia ocidental fez questão de “ignorar”.  O primeiro episódio estreou ontem, data na qual completa 500 dias de bloqueio financeiro ao WikiLeaks.

No marco do projeto que conta com 10 capítulos, Assange conversará com “políticos, revolucionários, intelectuais, artistas, visionários e especialistas” em buscar de analisar o futuro da comunidade mundial.

Pouco antes da estreia, Assange reveleu que espera que o seu novo programa causará uma verdadeira tormenta, com meios de comunicação tachando de “combatente inimigo e um traidor que entrevista os mais terríveis radicais”. “Muitas coisas que temos tentado contar, não foram tratadas com clareza na imprensa tradicional. Há muitas pequenas exceções a esta regra, mas se vermos as cadeias internacionais, na realidade há somente dois das que vale a pena falar. São o Russia Today (RT) e a Al Jazeera”, afirmou Assange, explicando porque escolheu o Russia Today para o seu programa que sem dúvida alguma irá causa polêmica e incomodar muito cachorro grande por aí.

Como dito anteriormente um programa que promete, segundo os seus idealizadores já havia advertido que a primeira das doze personalidades entrevistadas pelo programa criaria muita polêmica. Este novo e excelente  programa deve irá preocupar os governos das potências ocidentais tais como, por exemplo, EUA, Reino Unido, França ou Alemanha. Julian Assange é a pedra no sapato das potências, é a possibilidade que temos para saber realmente o que rola nos bastidores políticos de ditas potências, sem dúvida nenhuma muitas máscaras irão cair.

Parabéns ao Russia Today. Este excelente programa vai ser uma revolução para os meios ocidentais acostumados a ter uma única visão desde Tel Aviv e Washington, e respaldado pelos seus lacaios Europeus.

Vejam a entrevista na integra:




Fonte: http://actualidad.rt.com/actualidad/internacional/issue_38855.html

domingo, 15 de abril de 2012

15/04/2012 - 100 anos do eterno herói Kim Il Sung!



Há exatos 100 anos atrás nascia de uma família trabalhadora e humilde um homem já vitorioso, nascia um homem que faria história para um país e a salvação de sua nação. Nascia Kim Il Sung, um herói que jamais teve medo de enfrentar os dois maiores impérios genocidas que a humanidade já conheceu, o império do Japão e o império dos EUA, o último vigente até os dias de hoje.

Um homem que conduziu o seu povo após anos de repressões para a força e a vitória, no qual o povo norte coreano é conhecido como uma nação forte e próspera. Um homem que junto com o seu o povo valente e invencível jamais se ajoelhou para uma nação imperialista.

Esse post será curto, pois como dizem uma imagem vale mais do que mil palavras, e um vídeo vale quantas?

Parabéns querido e eterno líder!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Que inveja! Apresentador de direita é atacado ao vivo na Grécia



Durante o seu programa ao vivo, um grupo de anarquistas gregos atacaram com ovos e iogurtes um apresentador da cadeia de televisão regional, ao qual foi tachado de “neo-nazi” ao ter realizado nas vésperas do ataque uma entrevista com o líder do partido de extrema-direita Amanhecer Dourado, Jrysi Avgi.

O grupo anti-fascista conseguiu entrar sem ser percebido ao estúdio, no qual começaram os ataques contra o apresentador que em outras ocasiões fazia seus comentários colocando a culpa pela atual crise grega na esquerda e defendendo a ideia de um país nacionalista e com menos imigrantes, por ironia a mesma linha que segue o partido de extrema-direita Amanhecer Dourado. O apresentador Panagiotis Bourchas levou uma chuva de ovos e iogurtes, chegando a manchar não somente a ele mesmo, como o estúdio e a mesa de seu programa.

O apresentador, por sua parte, não ofereceu resistência alguma e não tratou de escapar, mas simplesmente se limitou a girar-se até a parede, no qual, ao terminar os ataques, limpou o seu traje e o seu notebook, sem abandonar o estúdio.

Em meio a grave crise econômica que atravessa o país, a formação política de extrema-direita está ganhando terreno. De acordo com as pesquisas de opinião pública, a formação, cujo símbolo recorda a cruz de ferro nazista, poderia chegar ao Parlamento grego nas eleições previstas para o próximo mês de maio.




Uma pena que Diogo Mainardi, Caio Blinder, Boris Casoy, Olavo de Carvalho entre outros não moram na Grécia... ou também uma pena que o povo brasileiro não seja o mesmo que o povo grego.

Que inveja do povo grego, um povo que não é alienado, um povo que em suas manifestações enfrenta a polícia e as tropas de elites se forem preciso, para buscar os seus direitos, um povo que não aceita fácil qualquer mudança que os políticos fazem apenas para o bem deles. Uma pena que o povo brasileiro não seja assim, no qual em qualquer protesto quando vem a polícia (onde no capitalismo trabalha para os ricos, banqueiros, magnatas e os políticos para reprimir quem luta por seus direitos) acabam desistindo da luta e acabam aceitando o que a burguesia impõe, coisa totalmente diferente na Grécia! isso porque o país nem socialista é, imagine se fosse..

Fonte:  http://actualidad.rt.com/actualidad/internacional/issue_38465.html

quarta-feira, 21 de março de 2012

Milhões de mortos provocados pelo capitalismo



É impossível de contar porque os crimes do capitalismo se atualizam minuto a minuto, hora por hora, dia a dia, semana a semana e assim até que nós ou o próprio capitalismo tenha o seu fim. (esperemos que a segunda opção seja a mais correta).

Há que ter em conta que estes dados não são permanentes, está incompleto sendo que houve mais mortes depois de 2002 e ao decorrer do século XIX e XX.

- Entre 1845 e 1849 morreram cerca de 2 milhões e meio de irlandeses pela fome provocada pela política colonial britânica.

- Em 1871, depois da derrota de Napoleão Bonaparte contra Bismarck, os trabalhadores franceses tomaram o poder em Paris, instaurando o governo da Comuna. A burguesia francesa e alemã se juntaram para reprimir a classe operária. O liberal Thiers comandava a repressão. Resultado: cerca de 100.000 trabalhadores assassinados, dezenas de milhares de detidos e mais de 7.000 deportados.

- Entre 1876 e 1902 encadeou uma série de fome, provocadas pelo colonialismo britânico através de suas políticas liberais e malthusians, na Índia, China, Brasil, Etiópia, Coreia, Vietnã, Filipinas e a Ilha da Nova Caledônia, que provocaram cerca de 60 milhões de mortos. Ao destacar a fome na Índia de 1876-1879 cujo o responsável direto foi o Governador geral da Índia, o britânico Lytton, que custou a vida de mais de 10 milhões de pessoas e a fome de 1896-1902, principalmente “graças” as políticas britânicas e a ideologia colonialista e racista do Governador geral George Curzon, no custou em 19 milhões de mortos.
Também uma terrível fome isolou a Índia décadas mais tarde, em 1943-1944, custando ao redor de 4 milhões de mortos cuja responsabilidade recai sobre o Império britânico. Esta fome foi o estopim para a luta pela independência da Índia.

- Em 1898 os EUA se anexaram nas Filipinas, depois de prometer aos filipinos a soberania e a independência. Massacraram mais de 600.000 filipinos.

- Em 1902 os britânicos invadem a África do Sul, para tirar com violência os outros imperialistas, os holandeses. A guerra provoca mais de 100.000 mortes. Os britânicos utilizaram campos de concentração, que serviriam de exemplo a Hitler para sues campos de extermínio.

- Entre 1904 e 1907 os imperialistas alemães exterminam na Namíbia a 65.000 dos hererós (70% da população) e 10.000 namaquas (50% do total da população namaqua).

- Na conferência de Berlim de 1884-1885 as potências coloniais cedem o Congo para a Bélgica. Desde essa data até 1907 foram assassinados cerca de 10 milhões de congoleses pelas tentativas de Leopoldo II de controlas o mercado da produção do caucho.

- Em 1911, com a maior parte da indústria e da banca em mãos do capital estrangeiro (inglês e francês principalmente), morreram na Rússia pela fome cerca de 10 milhões de pessoas.

- Em 1914 temos início a Grande Guerra, na qual os ladrões imperialistas se repartem, através das armas, o mundo. Morreram aproximadamente 18 milhões de pessoas, com cerca de 8 milhões de desaparecidos. Devido as condições higiênicas, a aglomeração e o desaparecimento de tropas se expandiu por todo o mundo a pandemia da “Gripe espanhola”, causadora de mais de 50 milhões de mortes. A Sociedade das Nações definiu assim a natureza e os responsáveis da I GM, em 1921: (As empresas de armamento fortaleceram a política de guerra convenceram aos seus próprios países a cultivar tal política e a elevar o seu armamento. No próprio país e no estrangeiro essas empresas trataram de subornar os funcionários do governo. Os fabricantes de armas divulgaram falsas notícias acerca dos programas militares e navais de distintos países para elevar os gastos no armamento. Mediante o controle da imprensa própria e estrangeira, tais empresas trataram de influir na opinião pública. As empresas de armamento organizaram redes armamentistas internacionais que aumentou a porfia armamentista servindo assim de umas nações como bases contra as outras. Se organizaram trustes internacionais que elevaram os preços do armamento).

- Depois da Revolução de Outubro, a burguesia e a nobreza russa se lançam na guerra civil contra o Poder dos operários e camponeses. 14 potências imperialistas intervem em favor dos “brancos”. Entre a guerra e a fome dos anos 20 provocada pela especulação dos kulaks, e o bloqueio econômico e o “cordão sanitário” imposto pelos imperialistas, faleceram cerca de 22 milhões de russos.

- E não somente na Rússia bolchevique, o “terror branco” se destacou por toda Europa. Na Alemanha o governo social-democrata de Noske massacra os espartaquistas. De 1918 a 1923 a repressão assassina 200.000 pessoas na Finlândia, Países Bálticos, Hungria, Romênia, Polônia, Bulgária e a citada Alemanha. De 1925 a 1935 o “terror branco” imposto pela burguesia monopolista para estabilizar o seu domínio e esmagar a revolução e as organizações operárias custaram a humanidade: 5.187.000 de presos; 3.820.000 feridos; 3.409.000 assassinados; 243.000 sentencias de morte.

- As intervenções militares dos EUA na América Central, do Sul e no Caribe entre 1910 e 1940 causaram mais de 50.000 mortes.

- Em 1945, os bombardeios indiscriminados sobre a população civil por parte dos imperialistas anglo-americanos causaram mais de 200.000 mortos em Dresden e cerca de 60.000 em Hamburgo.

- Em 1945, enquanto os japoneses negociavam sua rendição com os soviéticos, os EUA lançam a primeira bomba nuclear sobre Hiroshima. Seus científicos militares ordenam não avisar a população civil, para comprovar os efeitos da dita arma. As vítimas superam as 150.000. Em Nagasaki, onde lançou a segunda bomba, cerca de 75.000. Ademais, os EUA bombardearam indiscriminadamente a população civil, criando uma lista de “cidades a serem destruídas”. Mais de 700.000 mortos.

- Em 1946 a marinha francesa bombardeia a cidade de Haifong no Vietnã, assassinando milhares de civis; começa então uma larga guerra de libertação na qual, somente até 1955, os franceses haviam matado mais de 1.200.000 de vietnamitas; “pela política de fome desenvolvida pelos franceses, no qual recolheram e armazenaram todo o arroz disponível até que chegar ao ponto de se apodrecer”, palavras de Ho Chi Minh

- Entre 1946 e 1960 os britânicos instauram o Estado de exceção na Malásia, contra o avanço da guerrilha comunista. Cerca de 12.000 foram assassinados.

- Dois anos mais tarde, em Deir Yassin, trezentos palestinos foram assassinados por Israel depois de serem obrigados a abandonar as suas terras.

- Nesse mesmo ano de 1948 os imperialistas dividem o Paquistão e a Índia assassinando 300.000 inocentes.

- Durante os processos de independência em Madagascar, Argélia, Marrocos, Tunísia e a África, esses mesmos “democratas” mataram pelas armas ou facas mais de 500.000 civis. No Quênia os britânicos criam campos de concentração no qual prenderam a comunidade kikuyu.

- Em 1950 começa a invasão da Coreia pelo exército dos EUA, que ademais ameaça a lançar bombas nucleares sobre a China. 778.000 foram mortos de baixas por parte da Coreia do Sul; por parte da Coreia do Norte foram 1.187.000 desses 1.545.000 foram soldados, além de 2,5 milhões de civis mortos ou feridos. Também temos que somar 54.000 estadunidense e 500.000 chineses (entre eles o filho de Mao Zedong, Mao Anying).

- Em 1952 a polícia francesa assassinava no Marrocos 52 independentistas e em 53, em Kebia, sessenta e cinco palestinos foram ultimados pelos legionários israelenses, por reclamar pela devolução de suas terras.

- Em 1954 a CIA e os marinheiros norte-americanos derrotam Jacobo Arbenz, presidente popular da Guatemala, elegido democráticamente nas eleições mais limpas que jamais foram feitas neste país, até os dias de hoje. Os esquadrões da morte adestrados pelos EUA mataram mais de 200.000 pessoas.

- Em 1956 os EUA invadia a República Dominicana, mais uma vez com seus soldados; massacram os palestinos em Kafr Qasim; tropas britânicas lançam ataques com todo o tipo de armamento matando 10.000 independentistas quenianos, começa a guerra pela independência da Argélia: A França então assassinou 1.200.000 de argelinos.

- Desde 1962 até 1975, as tropas dos EUA mataram 3.500.000 de vietnamitas, utilizando bombas proibidas pela Convenção de Genebra. Ademais, realizam o “Programa Phoenix”, encargado de vários assassinatos de pessoas consideradas suspeitas de serem comunistas, assassinando mais de 20.000 civis.

- Em 1961 a CIA e o Pentágono assassinam o revolucionário Patrício Lumumba. Em 1964 derrubam o Governo Popular do Congo e o Governo de João Goulart, presidente do Brasil. Em 1965 o governo dos EUA ajuda dar um golpe de Estado na Indonésia, o do general Suharto, assassinando 500.000 comunistas daquela nação, aparte de anexarem ao Timor Oriental (Timor Leste como conhecido atualmente) assassinando outros 500.000; e nessa mesma data a CIA organiza e executa Malcom X no Harlem.

- 1967: Estados Unidos e Inglaterra promovem a guerra de Biafra, Nigéria, que duraria três anos. Cerca de 3.000.000 de mortos.

- 1968: A polícia norte-americana assassina em Chicago o presidente dos Panteras Negras; bombardeiam os campos de refugiados no Líbano.

- 1970: Trinta alunos palestinos são assassinados nos ataques aéreos em Bahr e Bakr; Setembro Negro: mil palestinos são assassinados pelas bombas israelenses.

- 1972: Em Derry, o Exército britânico matam treze manifestantes na Irlanda do Norte. John Lennon compôs em honra aos mortos a canção “Sunday, bloody Sunday”, domingo sangrento traduzindo para o português, que por sinal foi o nome dado ao massacre contra os manifestantes.

- 1973: A CIA e o Pentágono derrotam o Governo da Unidade Popular, no Chile, que era presidido por Salvador Allende. Mais de 3.000 pessoas foram mortes e desaparecidas.

- Nesse mesmo ano assassinam Amílcar Cabral, líder independentista guineano; a CIA promove e financia a guerra e a repressão em Bangladesh: mais de 3.000.000 foram mortos.

- 1975: Oitenta mortos nos bombardeios israelenses, com armas dos EUA, contra alguns campos de refugiados palestinos nos Líbano.

- 1976: Outros dez camponeses palestinos morreram nas manifestações pelos territórios palestinos ocupados.

- 1977: A CIA e o governo dos EUA financiam e apoiam o golpe de estado e a ditadura na Argentina: quinze mil foram assassinados, trinta mil desaparecidos, quase dois milhões foram exilados, novo mil presos; e pouco mais tarde, de novo o governo dos Estados Unidos, através de sua agência de inteligência e o Pentágono, protege e respalda o gole militar da corte fascista na Coreia do Sul.

- 1980: Repressão em El Salvador: sessenta e cinco mil foram mortos e sete desaparecidos; repressão na Turquia, sem contabilizar o Curdistão, com mais de mil assassinatos, aproximadamente mil pessoas foram desaparecidas, 665.000 detidos, 11.000 presos; e ainda por cima, os EUA apoia a guerra entre o Irã e o Iraque, financiando ambos os lados, que duraria dez anos de conflitos: resultado, 600.000 mortos.

- 1982: Invasão do Líbano, com o resultado de 20.000 mortos; massacre em Shaba e Chatila: 18.000 mortos e 35.000 feridos; millhares de islamitas assassinados em Hama (Síria), durante uma insurreição

- 1983: Os soldados dos EUA invadem o Estado caribenho de Granada.

- 1984: No Marrocos, a polícia matou cem manifestantes na revolta do pão. O rei Juan Carlos de Borbón não disse nada. O governo de Felipe González tão pouco. A monarquia alauíta é “irmã” espiritual da espanhola.

- 1986: 300 presos políticos foram assassinados na cadeia de Lurigancho, Peru, enquanto 25.000 pessoas foram assassinadas nas ruas e os desaparecidos superam os números de onze mil.

- 1987: Começa a Intifada palestina, com mais de 2.000 assassinados por Israel.

- 1989: A aviação e os soldados norte-americanos bombardearam e invadem o Panamá, sequestrando o presidente Noriega, no qual foi preso; o número de mortos, milhares, muitos por apenas ser posicionarem contra a queda do presidente e a invasão dos EUA.

- 1990: O Exército profissional de Israel assassina vinte e dois palestinos na explanada das mesquitas.

- 1991: Guerra e o bloqueio contra o Iraque, com um saldo de 3.000.000 de mortos; repartição e guerra na Iugoslávia: 200.000 mortos.

- 1992: Invasão na Somália pelos soldados norte-americanos, provocando milhares de mortes, sem números detalhados, pois a maioria dos corpos tinha “outros fins”.

- 1993: Invasão no Sudão; golpe de Estado de Yeltsin, desenhado e planejado pelos EUA, contra a URSS. O povo russo que não concordou e não foram poucos pagaram caro, 200.000 mortos e uma dura crise em 1998, que é claro a mídia sequer fala a respeito disso.

- 1994: Massacre na mesquita de Hebron onde foram assassinados 52 palestinos; em Ruanda 1.000.000 de mortos; o Parlamento francês abre uma investigação para saber a possível responsabilidade de seu país. Um detalhe muito democrático.

- 1998: A OTAN bombardeia a Iugoslávia com armas radioativas proporcionadas pelos Estados Unidos, o povo sérvio é massacrado pelas tropas albanesas que depois da morte de Enver Hoxha e o fim do socialismo no país abrem as pernas para os EUA e é claro para os lacaios da União Europeia e a própria OTAN.

- 2002: Começa a guerra total contra o Islã. A mídia fala de Terrorismo Internacional. Acusam, sem provas que Bin Laden é o maior culpado por todas as “desgraças” contra o mundo (que é claro, na língua ocidental o mundo deles, pois para os mesmos o oriente não é mundo e sim atraso e terra dos comunistas). Saddam Hussein é culpado indiretamente e sem provas. Invasão no Iraque tem o seu início e o seu resultado: 200.000 assassinados, e entre eles Saddam. Claro esses números subiram muito nesses últimos 9 anos.

- 2011: Tropas da OTAN invadem a Líbia com a “desculpa” de “salvar” o povo líbio do “ditador tirano” Muammar Kadafi, milhares de civis foram mortos pelos bombardeios “humanitários” em prol pela “paz”, grande parte crianças e é claro como no Iraque, Kadafi também não escapou, foi brutalmente assassinado pelos mercenários do CNT, claro que isso tava no script. Kadafi sabia demais assim como Saddam e qualquer outro, pois quem sabe demais tem o seu preço, e o que acaba pagando é a sua própria vida.

- 2012: Mercenários turcos, líbios e do Qatar tomam Homs e praticam atos de terrorismo contra a população síria, a mídia financiada pelos EUA diz que são tropas do “ditador tirano” (sempre o mesmo jargão, que onda né?) Bashar al Assad. Mesmo com veto da China e da Rússia os terroristas matam sem piedade mulheres, crianças, idosos que são a favor de Bashar e da Síria livre do imperialismo, e a mídia como sempre, como papagaio repete o mesmo joguinho que a oposição “democrática e pacífica” sofre repressão das tropas do “ditador”, porém oculta que a mesma oposição mata sem piedade quem é a favor do mesmo “ditador”.



Bom, foi muito né? pois é. Muitos falam, falam não, repetem que o comunismo matou milhões, sequer apresentam provas, corpos ou nomes... Porém os crimes que esse sistema genocida onde a única linguagem que se entende é a do dinheiro ninguém fala nada, se ainda tem alguma dúvida é só pegar qualquer um dos crimes citados no post e jogar no Google. Enquanto esse sistema assassino continuar em prática os números serão maiores e inclusive eu, você, nós podemos ser vítima dele, e o que é pior, se o povo não abrir os olhos e saber as verdades sobre essa ditadura a tendência vem de mal a pior.

Fonte: http://emancipaciondeclase.blogspot.com.br

domingo, 18 de março de 2012

MAIS UM! Maioria dos tchecos afirmam que o socialismo é melhor do que o capitalismo



Uma pesquisa de opinião realizada na República Tcheca, uma das partes da antiga República Socialista da Checoslováquia que teve o seu fim graças aos interesses da elite separatista capitalista, volta nos mostrar como os trabalhadores dos países do leste europeu, que podem comparar o desastre criminal atual do sistema capitalista com o Socialismo, o sistema regido pelas leis do bem estar da maioria dos trabalhadores.

Assim, os tchecos, questionados recentemente, responderam que o sistema socialista é melhor do que o capitalista. 31% pensam que a vida era claramente melhor antes da reinstauração do capitalismo nos anos 90, enquanto 23% opinam o contrário.

Já 63% opinam que os serviços públicos funcionavam muito melhor e 75% dos questionados afirma que as relações eram mais humanas sob a política socialista naquele país (por exemplo, um desconhecido falava um oi para o outro, um cliente era bem atendido em algum comércio e as pessoas eram alegres e simpáticas, totalmente diferente da “democracia” capitalista de hoje). Uma coisa até bastante clara depois dessas duas últimas décadas de genocídio social realizado contra os cidadãos dos antigos países socialistas.



Mas isso é bastante claro de se perceber, simples porque a oligarquia capitalista se mantém no poder graças a ditadura baseada em fraudes eleitorais continuas, a criminalização do comunismo, a política militar fascista da OTAN e suas bases militares vigiando a política interior na maioria dos países da Europa, e o tremendo poder dos meios de propaganda ideológicos, que criam mentiras absurdas para manipular a população que infelizmente graças a tamanha manipulação a maioria sequer tem uma opinião própria, apenas repetem tudo que a mídia sempre “imparcial e profissional” impõe.

Essa pesquisa é mais uma das várias que já foram feitas nos países onde a população tinha o direito de tudo que um cidadão tem obrigação de ter (moradia, saúde, alimentação, educação e emprego) de GRAÇA e de QUALIDADE não pagando nada de seu bolso. Provando assim qual foi a melhor política que eles conviveram e isso eles podem falar melhor do que qualquer um “intelectual” a lá Olavo de Carvalho, afinal eles tiveram as duas experiências, a do socialismo e a atual ditadura capitalista e o resultado disso são as várias pesquisas demonstrando que o povo sente saudade de um sistema justo e igualitário e repudia uma ditadura onde apenas a linguagem que se entende é a do dinheiro.

Fonte: http://civilizacionsocialista.blogspot.com.br/2012/03/una-mayoria-checa-afirma-que-el.html