domingo, 27 de maio de 2012

Assange entrevista um ex-prisioneiro de Guantánamo

No 5° episódio do seu programa, O mundo de amanhã, Julian Assange entrevista um ex-prisioneiro de Guantánamo que nos se existe a possibilidade de unir os muçulmanos em uma Califa islâmica sobre a lei sharia?, sendo assim, qual seria o seu sistema legal? Julian Assange comenta com seus convidados sobre a política estadunidense ao mundo árabe e da atitude dos árabes aos EUA. Isto e muito mais na nova edição do excelente programa O MUNDO DE AMANHÃ:

Vejam o episódio na íntegra:


sábado, 26 de maio de 2012

Hillary Clinton admite que o governo dos EUA criou a Al-Qaeda (EU JÁ SABIA!)



A Al-Qaeda é uma força de oposição controlada pela Agência Central de Inteligência (CIA), para promover um processo de desestabilização no Oriente Médio, e invadir por onde queiram e cada vez mais ampla a “guerra contra o terror” e a fraude.

Esta não é mais que incrível e patética história da Al-Qaeda e sua criadora desalmada...

Veja a entrevista que a nossa “querida” titia Hillary Clinton nos conta, entrevista que por sinal a nossa mídia como sempre “imparcial e profissional” jamais nos contará.

 Por que será hein?




quarta-feira, 9 de maio de 2012

9 de maio, o dia que a URSS mostrou ao mundo como se vence o nazismo, FELIZ DIA DA VITÓRIA!!!



9 de maio de 1945 as 0:43 (horário de Moscou), a Alemanha Nazista representada pelo General Wilhelm Keitel, assinou a rendição incondicional do exército nazista ante o Exército Vermelho, representado pelo Marechal Georgy Zhukov, pondo fim assim a Segunda Guerra Mundial.

Corja nazista se rendem aos soviéticos, perdeu playboy!

A União Soviética teve, sem dúvida alguma, apesar da propaganda hollywoodiana de sempre, o papel protagonista na derrota da Alemanha Nazista, e os soldados soviéticos, em nome dos trabalhadores das repúblicas soviéticas, não somente defenderam seu país dos invasores, como também conseguiram liberar a Europa do fascismo, chegando até Berlim.

A Segunda Guerra Mundial recebeu na União Soviética o nome de “Grande Guerra Patriótica” porque se desenvolveu em todas as casas e afetou toda a população do país. Não houve nem uma família que não perdeu alguém ou não teve parentes feridos ou desaparecidos.

Algumas cidades russas desempenharam um papel destacado na luta contra o fascismo: atualmente são 27 as que ostentam o título de Cidade Heroica e 30 de Cidades da Glória Militar. O 9 de maio tradicionalmente é organizado com desfiles militares com a presença de veteranos, são colocadas coroas de flores na tumba do Soldado Desconhecido e se culmina a celebração com fogos de artifícios. O desfile militar na Praça Vermelha de Moscou é o momento estrelar da celebração.


Zhukov ler a rendição alemã
O primeiro desfile na capital da URSS foi realizado um mês e meio depois da assinatura da rendição alemã. Depois da desintegração da União Soviética, o nove de maio deixou de ser comemorado em grande escala durante vários anos mas com o 50° aniversário da vitória em 1995 a festa recuperou parte de seu esplendor. O desfile de 2005 marcou o começo de uma nova etapa, com a exibição de todo potencial militar das Forças Armadas na Praça Vermelha e para o desfile de 2010, no qual celebrou o 65° aniversário  da vitória, foi recuperada a tradição do desfile em três partes: marcha das tropas, armamento pesado e o voo dos veículos da Força Aérea.

Em 2011 na Praça Vermelha marcharam 20.000 soldados, o dobro do habitual e desde as tribunas assistiram ao desfile 1500 dos 850.000 veteranos que vivem no país e cuja idade oscila entre os 80 e 90 anos.

O primeiro desfile que celebrou a vitória do Exército Vermelho contra a coalizão nazista, dos trabalhadores contra a burguesia, foi toda uma expressão do triunfo do comunismo contra o capitalismo fascista, convertendo o primeiro estado da história construído pelos seus próprios trabalhadores, sem necessidade de capitalistas nem empresários privados, na primeira potência mundial...

Lamentavelmente, a vitória contra o fascismo foi incompleta, e a paz durou muito pouco, pois pouco depois, em 1948, Estados Unidos, com os países que mantinha o seu controle, criou a Organização do Tratado do Atlântico Norte, precisamente com a mesma finalidade que havia dado lugar ao fascismo: a destruição do comunismo e o mantimento, nos países considerados de “segundo e terceiro mundo” a dominação do novo império (na qual substituiu a suástica por 13 faixas horizontais e 50 estrelas), ou sua reinstauração, nos países onde a classe operária havia libertado deles, do regime onde uma minoria vive privilegiadamente as custas do trabalho e o sofrimento da maioria.

No seguinte vídeo abaixo, e como uma justa homenagem ao triunfo dos trabalhadores, camponeses e os soldados soviéticos contra os exércitos nazistas, e a seguinte libertação da Europa da besta capitalista, expressada naquela ocasião abertamente como fascismo, o vídeo do primeiro desfile do dia da vitória em 1945 e em cores!

Uma pena que duas décadas depois do fim da URSS os tempos se parecem cada vez mais aqueles no qual o Exército Vermelho invadiu Berlim... Ainda que nesta vez nos parece que ninguém vai vir a libertamos, a não ser a nós mesmos.



FELIZ 9 DE MAIO, VIVA O DIA DA VITÓRIA, VIVA A UNIÃO SOVIÉTICA BALUARTE NA LUTA ANTI-FASCISTA!!!

terça-feira, 8 de maio de 2012

O culto à personalidade nas “democracias” capitalistas

O termo “Culto à personalidade” é utilizado para fazer referência a admiração oficial promovida pelo Estado ao seu próprio líder ou grupo de líderes. Foi utilizado por Nikita Kruschev no XX congresso do Partido Comunista da União Soviética, na introdução de seu discurso de sua grande crítica a Stalin e o período de seu mandato. A verdade é que está claríssimo que durante a liderança de Kruschev implementaram-se medidas contrárias aos planejamentos próprios do socialismo. Há muitos comunistas que pensam que, como Kruschev criticou o culto à personalidade de Stalin para, ato seguido, destruir o socialismo pela raiz já o culto de personalidade diretamente não existiu. E que tem a ver uma coisa com outra? O culto à personalidade existiu na URSS de Stalin e por muito que o criticaram os anti-comunistas existiu, por muito que graças a Stalin se venceria ao nazifascismo, por muito que graças a ele a URSS progredia em números incríveis, sendo que com Lenin ainda estava se recuperando de um país feudal, atrasado e pobre. E por muito que até hoje mentem e cada ano que passa aumenta os números de presos do Gulag, o culto à personalidade existiu. Também existe na Coreia do Norte, existiu na China de Mao, na Iugoslávia de Tito e na Romênia de Ceauşescu. Assumindo, por muito que o socialismo construiu uma sociedade mais justa e equilibrada, o culto à personalidade existiu e existe, ainda que há que admitir que não em todos os países socialistas.

Alguns comunistas vem com a desculpa as vezes de que “bom, se os trabalhadores queriam render homenagens sinceras e improvisadas pois não vão proibir”... a quem querem enganar, a vocês mesmos ou a mim?

Agora, há que admitir e fazer admitir a muitos que o culto à personalidade não inventaram os comunistas. o culto à personalidade é mais algo próprio das sociedades ancoradas na monarquia e em sistemas onde o clero predomina, é precisamente essa sua grande contradição pois o próprio de um mecanismo de dominação social é personalizar os feitos, fracassos e os caminhos da História no bem ou mal que proceder deste ou outro líder. Por isso precisamente me parece tão nocivo o culto à personalidade no socialismo, porque é um sistema de alienação impróprio de uma sociedade onde a população há de adquirir uma grande consciência.

O que também há que admitir e fazer admitir é que esse culto à personalidade, que tanto atribuem aos regimes totalitários e marxistas, também existem nas grandes potências “democráticas”.
Partamos da base de que os líderes políticos dos países capitalistas onde há eleições , são eleitos com uma grande média não por suas promessas nem por seus programas mas sim por uma série de aspectos que os fazem ser mais carismáticos, mais bonitos, mais paternais, mais heroicos. A eleição prévia destes líderes para encabeçar as listas são feitas pelos próprios líderes de seus partidos e o fazem por meras questões de imagem.

As campanhas as fazem com um exército de assessores de imagem que desde a retaguarda os indicam como devem sorrir, como devem caminhar, como devem beijar as cabecinhas dos bebês, como devem discursar, cumprimentar, etc. Há autênticas imagens pré-fabricadas de personalidades carismáticas feitas como bonecos, líderes feitos a medida segundo as necessidades do sistema. E logo claro, como as coisas não dependem do bonitão, gostosão ou do gênero ou grupo étnico que seja o presidente, pois vem as decepções como a que vemos com Obama atualmente.

E ainda assim é interessante ver como o culto à personalidade se estende a uma série mais de objetos de culto fetichista. A desculpa que tem o capitalismo é que sempre podem dizer que esses objetos são fabricados por empresas privadas e não pelo estado, mas claro, ninguém pode dizer que no capitalismo ambas as coisas não vão de mãos dadas.

Aqui podemos ver uma seleção curiosa e patética do culto à personalidade dos líderes “carismáticos” fabricados em alguns países capitalistas:

























Sem comentários





































Sim, é o que você está vendo, um gibi sobre o cachorro do Obama. É certo que ainda lembro das reportagens
de jornalismos importantes onde nos falam do gato de Clinton que se chamava Shocks... por que
diabos sei isso? porque diabos fazem de isso um conhecimento geral?




Sejamos sinceros, esta foto não é casual, colocaram o Bush em frente
a essa imagem por algum motivo.


Imagem de George W. Bush em uma seita que doutrina crianças para uma suposta futura guerra
cristã onde as crianças estariam obrigadas a tocar na imagem. Se duvida podem ver o documentário Jesus Camp.




Se dá esmolas é uma santa, se reparte a riqueza é uma populista.



Na ditadura encantada da rainha caduca não é diferente.


E me poupo de buscar capas de revistas nas quais sabemos, são feitas para débeis mentais. Bom, com a licença de vocês vou vomitar um pouco.




Assange entrevista ativistas do mundo árabe e discute o que se pode esperar da suposta primavera árabe

Nesta edição, Julian Assange tratará de desvendar se a primavera árabe é a materialização dos sonhos populares ou uma fantasia impossível. Assange e seus convidados discutem também a política moral dos EUA, da Europa e de certas cadeias televisivas com respeito a atual situação no Oriente Médio.

Neste quarto episódio Assange discute com o escrito e ativista egípcio Alaa Abd El-Fattah e com Nabeel Rajab, diretor do Centro de Direitos Humanos do Bahrein.

Vejam o episódio na íntegra:


Assange entrevista o novo presidente da Tunísia

Moncef Marzouki, o primeiro presidente da nova República Tunisina “renascida” depois de uma revolta popular que se converteu no primeiro país da “primavera árabe”, concedeu uma entrevista a Julian Assange no terceiro episódio de seu excelente programa O mundo de amanhã e nos conta como é a tarefa dia a dia depois da ditadura de Ben Ali no país e quais são os futuros para uma nova Tunísia.

Vejam o episódio na íntegra:


domingo, 29 de abril de 2012

O mundo de amanhã, episódio 2: A esquerda e a direita do século XXI

Um filósofo esloveno, antigo dissidente anticomunista convertido ao comunismo, Slavoj Žižek, e um antigo radical de esquerda que agora é um fiel partidário de direita e dos sionistas, David Horowitz, ficaram cara a cara no segundo episódio do excelente programa do Russia Today ‘O mundo de amanhã’ com Julian Assange.

O filósofo político ‘mais perigoso’ do Ocidente e crítico sociocultural Slavoj Žižek está sendo considerado como o ‘o mais radical da esquerda’ e o escritor estadunidense David Horowitz é o fundador de uma organização cuja meta é combater o “doutrinamento esquerdista” no âmbito acadêmico. Os “rivais” junto com Julian Assange debatem neste episódio qual é a solução, os problemas e as dúvidas a respeito da esquerda e da direita no século XXI.

Vejam o episódio na íntegra: