terça-feira, 22 de julho de 2014

Refugiados da Ucrânia: a dor e a fúria



O triunfo do golpe de estado na Ucrânia durante o mês de fevereiro e a resistência iniciada nas regiões do leste do país contra as políticas fascistas realizadas pelo governo de Kiev, provocaram que milhares e milhares de refugiados se viram obrigados a fugir da nova República da Novarrússia, depois de posta em prática os planos de limpeza étnica do ditador Poroshenko, que pretende acabar com todo rastro da etnia russa na antiga República Soviética, em especial.

Vejam e escutam o testemunho dos refugiados, mulheres, crianças e adultos, que estão passando por uma absurda guerra civil: a da Ucrânia, apoiada pelos EUA e Europa, que ante um presidente corrupto como Yanukovich, optaram por financiar uma revolta violenta na qual as bandas nazi-fascistas formaram a vanguarda de uma estratégia criminal que custaram mais de mil vítimas.

A Casa Branca (conhecida, como a herança do inferno na terra) e toda cúpula da DESuinião Europeia preferem um “presidente” assassino que desfruta matando sua população e enfie a Ucrânia até o abismo. O governo nazi-fascista de Poroshenko dispara contra seu próprio povo; dezenas de milhares de pessoas foram obrigadas a fugir, a abandonar a sua terra, sua casa, seus familiares, suas origens para não serem vítimas das atrocidades cometidas pelo ditador golpista.

No documentário abaixo, conta muito bem a história dos refugiados da Ucrânia. Uma realidade de dor e fúria que a imprensa vendida ocidental não nos contará por um bom tempo, afinal a mesma é cúmplice de todas as covardias e crimes cometidos pelas potências imperialistas.






Fontes: http://www.diariodarussia.com.br/fatos/noticias/2014/07/22/russia-aguarda-a-chegada-de-mais-100-mil-ucranianos/

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_07_22/Servi-os-de-Migra-o-esperam-100-mil-refugiados-da-Ucr-nia-7308/

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_20/R-ssia-envia-80-toneladas-de-ajuda-humanit-ria-para-refugiados-ucranianos-8142/

Um comentário:

  1. Esta é a Nakba dos russos que vivem na Ucrânia oriental, pelo visto.

    ResponderExcluir